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27 de dez. de 2013

Velho Hospital

Um homem sangrando bosta entra numa casa de bruxaria hospital e foi atendido por duas mulheres muito mal-competentes.

“Relaxe e goze.”

Então as mulheres começaram a tirar a sua roupa e começaram a fazer. Isso fazia doer as suas feridas ou ele era gay, sei lá.

— Mas que tipo de hospital é esse?

— Isso não é um hospital, é um prostíbulo!

8 de jul. de 2013

Unhas

Eu sou paranoico e fico igual a um retardado olhando pro banco de trás do meu carro vendo se a Samara não queria me estuprar ou coisa parecida. Se lembra das histórias de mulheres gostosas que pedem carona no estilo Teresa Fidalgo?

Quando eu era escoteiro as crianças pertubadas do ônibus contavam que comeram a professora histórias de terror e como naquela época não existiam creepypastas era fácil se impressionar em histórias de vampiros sem pensar em um viadão que brilha no Sol.

Quando íamos dormir meu pai me deixava traumatizado com fotos de pessoas deformadas e imagens da Deep Web. Ele dizia que uma imagem de uma cabeça decapitada me prepararia psicologicamente. Ele me contou quando trabalhava no hospital pessoas com pulseiras vermelhas andavam por ali trollando os médicos. Ele inclusive me mostrou um fantasma que perambulava por ali.

Ele também contava de como apareciam pessoas que ficavam queimadas depois de tomarem banho de água quente no chuveiro. Então ele começa a se lembrar a quantidade de mulheres nuas deformadas que ele via, e enquanto se lembrava batia punheta na nossa frente. Ele contava o quão nojento ficava os olhos das vítimas.

A pessoa podia ficar totalmente deformado e horrível, mas meu pai ligava apenas para as unhas. As unhas! Tanta merda para ele ligar e ele prestava atenção nas unhas. Ele era manicure dessas pessoas, e patricinhas que se envolviam em acidentes de carro não suportavam ficar sem pintar as unhas. Ele encontrava unhas em todos os lugares, e as comia.

Agora voltando à minha medíocre história, eu venho encontrando unhas no banco de trás do meu carro (ainda bem que meu pai se preocupava com unhas, não olhos), e achava que eram meus clientes (não, eu não transo no banco de trás; sou taxista) mas todos eles têm unha encravada.

Então um dia eu fiquei escondido no porta-malas do carros para viver uma creepypasta descobrir quem era. Ele entrava no meu carro burro quem deixa o carro destravado e começava a lixar as unhas no banco de trás e pintava-as. Eu disse pra polícia que não tinha visto o rosto dele mas eu menti hi, hi, hi... Confeso que seu rosto era estranho.

Mas era só o Jeff The Killer.

29 de jun. de 2013

Pulseira Vermelha

Quando você vai ao show do Restart, você ganha uma pulseirinha que indica que você é um doente mental. Se você não ganhar, será uma puta falta de sacanagem. Porém pulseiras vermelhas em hospitais são colocadas em mortos.

Certo dia um médico pegou um elevador (Não, com certeza não era o Dr. Rey). Uma mulher gostosona entrou no elevador. Ela era tão gostosona que ela só faltou esfregar a pulseira vermelha na cara dele que ele não percebia. Então ia entrar uma mulher feiosa no elevador. O médico não deixou e a outra mulher o repreendeu.

— Aquela mulher era muito feia morreu durante a cirurgia que fiz. Você não viu que ela tinha uma pulseira vermelha?

— Parecida com esta?

O médico saiu gritando feito uma garotinha, mas a mulher estava viva e só colocou a pulseira vermelha pra trollar com ele.

14 de mai. de 2013

Tulpa

Ano passado eu gastei mais ou menos seis meses em algo que podia se chamar "projeto psicológico"(Ou projeto retardado se quiser). Estive procurando no jornal local anúncios de emprego e achei um convidando pessoas criativas que estivessem procurando por um dinheiro fácil(Vulgo prostituição). Bem, a partir do momento em que aquele era o único para o qual eu estava relativamente qualificado, liguei para o número do anúncio e arrumei uma entrevista.

Me disseram que tudo que eu precisava fazer era ficar parado tirar a roupa e ficar de quatro, sentado em uma sala, sozinho, com sensores colocados em minha cabeça para ler atividade cerebral, e enquanto eu estivesse lá, eu visualizaria uma duplicata de mim mesmo que eles chamaram de minha "tulpa".

Parecia bem fácil, eu concordei quando disseram quanto iam me pagar. No dia seguinte, comecei.  Me levaram para uma sala simples com uma cama e colocaram sensores na minha cabeça(pesou besteira né ? Provavelmente não...), sensores que estavam ligados a uma pequena caixa preta em uma mesinha ao meu lado. Eles falaram comigo sobre eu visualizar minha duplicata de novo. Eu expliquei a eles que era chato, e eu ficava impaciente, invés de me mexer, eu deveria ver minha duplicata se mexendo e tentar interagir com ela e assim por diante. A idéia era manter ele comigo o tempo todo em que eu estivesse na sala.

Eu tive uns problemas nos primeiros dias. Era muito mais difícil  do que qualquer experiência extra corpórea que eu já houvesse feito. Eu imaginava e visualizava minha duplicata por alguns minutos e então me distraia com o pornô, é claro.   Pelo quarto dia, eu já conseguia  manter ela por mais ou menos 6 horas por perto. Me disseram que eu estava indo muito bem.

Então eu sou um rato. Na segunda semana me colocaram em uma sala com auto-falantes acoplados nas paredes. Me disseram que gostariam de ver eu nú se eu conseguia manter a tulpa mesmo com estímulos para me distrair.  A música era bem desordenada, feia, inaudível e fazia o processo ser mais difícil(Vulgo Funk), mas eu consegui de qualquer modo. Na semana seguinte, eles tocaram uma música ainda mais insuportável, piorada com loops, distorções, microfonias e algo que pareciam serem vozes guturais falando em idiomas estrangeiros. Eu só ria daquilo, já tinha me tornado profissional em manter a tulpa.

Comecei a ficar entediado com o passar dos dias. Para animar as coisas, comecei a interagir com minha cópia. Conversávamos, jogávamos jo-ken-po, e eu imaginava-o dançando break dance ou qualquer coisa que eu julgasse engraçado.  Perguntei aos doutores se aquilo atrapalharia os estudos, mas eles só me encorajavam a continuar.

Então brincávamos e conversávamos e foi divertido até que as coisas começaram a ficar estranhas... Um dia eu estava contando a ele sobre meu primeiro encontro e ele me corrigiu, dizendo que a garota estava vestindo uma camisa amarela, e não uma verde. Pensei no que ele disse por um momento e notei que ele estava certo. Isso me assustou um pouco, e após o expediente eu falei com os pesquisadores sobre aquilo. "Você está usando ele como forma de chegar ao seu subconsciente", eles explicaram. "Você sabia em algum lugar que estava errado, então se subconsciente lhe auto-corrigiu".

O que era assustador se tornou divertido rimos muito e fizemos sexo! Eu podai consultar meu subconsciente e revirar memórias passadas muito facilmente(Tipo aqueles negões, cavalos e jumentos). Minha tulpa podia citar páginas inteiras de livros que eu havia lido anos atrás e se lembrar de coisas que eu havia aprendido no ensino médio e já havia esquecido(Tipo meu amigo e eu no mato). Era incrível.

Com o tempo, comecei a levar minha duplicata para fora do centro de pesquisas. No começo tive medo mas então me senti a vontade de sempre que me entediava, o trazia e passava o tempo. Então comecei a trazê-lo tanto que começou a parecer estranho não tê-lo  por perto. Levava-o quando saia com amigos, quando ia a casa da minha mãe, e até levei ele uma vez para um encontro, e uma vez que não precisava falar em voz alta com ele, eu podia manter conversas sem que ninguém soubesse.

Eu sei que pode soar estranho, mas era divertido. Além de ser minha subconsciência e memória sempre ao meu dispor, estava começando a ficar mais atento do que eu mesmo  as coisas ao meu redor, notando detalhes e sinais de linguagem corporal que eu não percebia. Por exemplo, nesse encontro em que o levei, eu pensei que as coisas estavam indo mal a beça, até que ele me apontou sinais de que ela estava rindo demais de minhas piadas e estava dando muitas chances para que eu falasse algo a mais, então eu realmente notei e escutei o que ele dizia e vamos apenas dizer que o encontro se saiu muito bem.

Quando fizeram 4 meses em que eu  estava no centro de pesquisas, ele estava comigo constantemente. Então os pesquisadores vieram até mim e pediram para que eu parasse de visualizá-lo. Eu me neguei, e isso agradou eles. Eu silenciosamente perguntei a minha duplicata o que deveria ter trazido essa idéia e ele simplesmente deu de ombros. Eu também.

Eu me retive um pouco do mundo naquela época. Estava tendo problemas em conviver com as pessoas. Parecia muito que elas não sabiam ou estavam confusas sobre o que falavam, enquanto e tinha uma manifestação de mim mesmo para consultar. Fez com que socializar ficasse estranho. Ninguém parecia ciente do que fazia elas ficarem bravas ou alegres, não apreciam saber a razão por trás de tudo. Eu sabia. Ou pelo menos podia  perguntar a mim mesmo.

Um amigo que confrontou em uma tarde. Ele socou a porta até eu abrir e caiu como uma tempestade em mim, raivoso. "Você não atendeu o telefone por duas semanas seu porra!"(Ui, ele é rebelde) Gritou. "Qual é a porra do teu  problema?"(Aposto que tira a roupa do varal num puxão)

Bom como todos sabem.. Isso é fruta de uma mente emaconhada etc(Ou não..). etc. Mas você já deu o cu hoje ?

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28 de abr. de 2013

XoRax

Meus pais foram os primeiros a serem infectados pela terrível doença, conhecida como XoRax.
Posso me lembrar vividamente de meu pai em sua cama enquanto sofria espasmos musculares e se sufocava no próprio vômito.  Eu fiquei ao seu lado, congelado no meu lugar, me recusando a sair e segurando soluços, as pupilas dele dilatavam até que seus olhos se tornarem manchas pretas no seu rosto. Ele tentava falar, virando sua cabeça para o meu lado, mas abrir a boca só fazia com que ele vomitasse de novo.

Lembro de ter dito algo, mas esse detalhe está perdido para mim agora. Eu lembro de olhar para seus olhos enquanto seu olhar se tornava cada vez mais incerto até sumir por completo de sanidade. Deixei sair um suspiro e fui correndo para meu quarto em desespero, sem querer encarar a verdade. Minha mãe foi a primeira a ir pro acre, então meu irmão mais velho que tinha acabado de fazer 17 e finalmente meu pai.

Não tinha considerado o fato deu ter sido o único que não peguei a doença - e ela era de fato muito contagiosa - Eu só me julgava dono de uma sorte muito grande, mesmo sendo uma sorte tão trágica. Cai no sono no corredor, enrolado no cobertor da minha mãe. Seu perfume fazia o cheiro pútrido suportável de algum jeito, ou pelo menos fraco o suficientente para que eu pudesse ignorá-lo.

Então me lembro de um bater insistente na minha porta, uma série de gritos do outro lado da porta. Estavam procurando por sobreviventes, procurando fervorosamente por qualquer um que ainda estivesse vivo apesar da epidemia. Eu corri até a porta e abri para descobrir de quem se tratava. Eles se identificaram como a Tripulação do Dia.

Seus rostos estavam obscurecidos por imensas máscaras de gás presas a algum tipo de filtro nas bochechas, a respiração era lenta e monitorada, as vozes era praticamente indecifráveis através do seu aparato mecânico fazendo roncos e chiados. Estavam cobertos da cabeça aos pés em uniforme isolante com os dizeres "Tripulação de não sei oque lá" nas suas costas.


Mandaram que eu fosse ao salão principal onde pude ver outras quarenta crianças com mais ou menos minha idade recebendo ordens e sendo molestadas enfileiradas.  Um vez que todo o grupo tinha sido totalmente examinado, começamos nossa viagem para narnia, ou se preferir acre, sendo essa visões de caos e destruição, Até ai tudo normal

Haviam mais membros da Tripulação do sei lá oque fazendo ''secso'' com outros retardados caídos pela rua. Fomos silenciosamente colocados na parte de trás de um enorme caminhão.

Vimos que eram alpacas. Alpacas mutantes assassinas voadoras de peixes que transmitiam essa doença. Até o link chegar com o superman e darem um jeito nelas, Link vira Super-Alpaca Sayajin e derrota todas com o seu super-alpaca kamehameha.


Vamos parar com o assunto do momento, e vamos falar de coisa boa..Vamos falar da nova, da sensacional, e da insuperal TEKPIX!




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5 de mar. de 2013

O que mais tem para nós?

Eu acordei nesse hospital. Está vazio. Vou dar uma olhada lá fora.

OMG! Há um monte de zumbis lá fora. Vou fotografá-los para mandar pro Discovery Channel. Eles estão devorando gente! Gente de verdade, não gente de chocolate. Eles tiram cada pedacinho de carne que os ossos chegam a brilhar e consigo ver meu reflexo neles. Como sou bonito.

Agora eles estão dançando Thriller vindo em minha direção. Eu vou mandar bala. Cadê a arma que sempre carrego? Não há mais ninguém pra eles comerem só a mim e não tem como distraí-los. Um zumbi pergunta: "O que mais tem para nóis nós?"

Seu moço, o senhor pode me informar...

É, foi esse mesmo, ganhei tempo pra fugir. Encontrei um grupo de desocupados refugiados que como eu, procuram a Arcadia um local seguro.

Com tudo isso esqueci de me apresentar. Prazer, Rick.

26 de fev. de 2013

Pra te curar

Está frio. Vou abrir os olhos. São esses meus olhos? Como é que não sei quais são meus olhos. Que casa é essa? Alguém tem que despedir a empregada.

Acordo-me. Cadê minhas roupas, meu dinheiro. Vou ver como estou no espelho... vou fingir que não vi.

Eu procuro alguma coisa. Encontro Wisky e Viagra. Tento abrir a porta. Ela está trancada! Procuro pela chave. Está embaixo do tapete. Neste molho de chaves há 2500 chaves. É só eliminar as que não são da marca da fechadura. A fechadura é PADO. Há uma chave STAM e 2499 chaves PADO. Tô fudido.

Esperem, estão abrindo a porta. É uma música gostosa vestida de enfermeira.

- Não me lembro de você.

- É vocês velhos são todos assim.

- Onde estão minhas roupas?

- Estão aqui.

- Eu não devia ter minha própria chave?

- Não.

- Você pode me dar minha carteira?

- Não, não posso Sr. Jones.

Ela me tranca de novo. Escuto barulho de música alta vindo lá de baixo. Há uma festa na minha casa? Pelo menos já sei que meu nome é Sr. Jones (meu primeiro nome é Sr.)

Ela reaparece. "Estou doente?" pergunto "Você vai me curar?"

- Não.

- Você só sabe dizer não?

- Não.

Ela me leva para um quarto. Ponho a mão no bolso e noto que ainda me resta 100 contos. Então a mulher vestida de enfermeira pega um chicote e começa a fazer strip tease. Eu gosto. Ela faz um programa comigo. Agora entendi, aquele local não é minha casa! É uma boate de Strip tease. Quando terminamos ela me pede pra pagá-la. Mas aquele dinheiro é a única chance que tenho de voltar pra casa.

- De jeito nenhum.

- Vamos, me dê o dinheiro agora!

- Me obrigue!

POFT


Está frio. Vou abrir os olhos. São esses meus olhos? Como é que não sei quais são meus olhos. Que casa é essa? Alguém tem que despedir a empregada.

25 de fev. de 2013

OS SUPER-CAMPEÕES: O capítulo final.

Super Campeões é um desenho (não me diga) cujo último episódio fora exibido apenas uma vez na "Terra dos Ticos pequeninos". Aqui no Brasil foi exibido pela TV Cultura Manchete e Rede TV, ou seja, você nunca assistiu.

Dizem que esse episódio foi tão dramático que 30% das crianças japonesas viraram emos, o restante virou Colsplay.

O tema central deste episódio tem como base o primeiro episódio em que Oliver (protagonista), foi pegar sua bola ui! Que caiu no meio da rua e acabou com um cavalo mordendo a sua cabeça.

Uma mentira posta na cabeça das crianças era que, no último episódio, Oliver joga contra o Corinthians (lembra quando eles foram pro Japão?). Oliver não se sente preocupado, mas devia. Os corintianos sequestraram a mãe dele! Mas Oliver não se deprime; e joga e ganha, e consegue salvar sua mãe com um golpe de karatê. Os corintianos com raiva decidiram matar crianças, e estrupá-las se der tempo.

Acontece que depois disso ele acorda. O otário percebe que tudo não passou de um grande sonho. O que realmente aconteceu foi que Oliver, após um cavalo morder a sua cabeça, acaba caindo na rua e é atropelado, perdendo as pernas. Depois um cão morde o seu pau, aí ele cai de um penhasco, bate a cara num poste, um piano cai em cima dele e quando finalmente chega no hospital a enfermeira bate a porta no seu nariz.



Isso é reforçado quando percebemos o nome dos episódios: This is a dream, stupid man! (Isso é um sonho, mané!); This is a creepypasta (Isso é uma creepypasta); Corinthians is a big thief (Corinthians é um grande ladrão), etc.

Um nerd sem ter o que fazer criou um blog só pra falar desse capítulo final. Veja o que está postado:

"Kid Bengala tem uma pica enorm..."

Opa, blog errado.

"Oliver fora atropelado por uma carreta e perdeu o pênis, e o menos importante as pernas. Kiku Gotozo (autor dessa bosta) escreveu esse roteiro do episódio e mostrou para uma editora que publica mangás, a Abriu Abril que recusou imediatamente por ser muito... Plágio. Na história o doutor pede pra mãe dele inventar uma mentira pro moleque achar ser uma coisa que não é. A mãe começa a falar que o filho será um grande cabeleireiro e que ganharia prêmios por fazer cortes incríveis. Só que não deu certo já que Oliver sonhava ser um grande jogador de futebol.

O doutor começa a dar uns pegas na mãe de Oliver. Eles vão embora e acabam esquecendo o garoto em coma no hospital que fica lá eternamente."


15 de fev. de 2013

O Incrível Mundo de Gumball - " O vírus"

Antes da crepepasta gostaria de falar da nossa nova parceria, o blog Criptomania que fala de criptozoologia, ciência que estuda os animais estranhos. Eu também escrevo nesse blog junto com o Leon Leônidas. Faz uma visita lá.

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Nota: Segundo o autor dessa creepy ela não contém bordãos de creepypastas que você conhece muito bem como "começou normal" e essas coisas toscas. Primeiramente gostaria de falar como é o desenho O Incrível Mundo de Gumball. Esse desenho...

Qual é? Se alguém quisesse saber estaria lendo na Wikipédia.

Podemos dizer que esse desenho se compara com desenhos adultos pornográficos hentai como Backyardigans. Antes do desenho ir pro ar, Ben Boquete Bocquelet fez vários Storyboards do seu novo desenho hentai. Meu amigo que vou chamar de Pau afinal não posso revelar o nome de José dos Reis de Sousa trabalha na equipe de edição. Na verdade seu nome é José, ou simplesmente Zé, ou mais simplesmente É, ou muito mais simplesmente '. Ele me deu o Storyboard e me obrigou a fazer um pacto de sangue para eu não postar as fotos na Internet. Por favor não acessem http://www.storyboarddoepisodioperdidodegumball.com

A porra do episódio
O episódio começa com a família Cullen Wattersons, família principal da série.

Alguém te perguntou isso?

Tá bom. Eles percorriam a estrada sem fim mas não havia cenário nem cores (porque era um Storyboard dã). Eles estavam perdidos porque Richard, o coelho obeso cor de rosa chiclete leu um mapa para o inferno errado. Todos exceto Darwin (o teorista peixe) resolvem acampar num motel. Ah! Richard é tão burro quanto você o Kiko.

Eles se dirigem até um pequeno motel onde chegou um casal doido pra dar. A recepcionista era Satã uma velhinha... HUMANA! Em todos os episódios me deparei com Bananas falantes, lobos uivantes, cus dançantes e amendobobos. Mas essa vaca era humana! Nicole Kidman faz uma reserva, mas ela diz que só há um quarto que já estava sendo ocupado pelo casal do início do programa. Sem alternativas eles resolvem ficar lá mesmo. Eles dividiram o quarto com o casal que ficaram fazendo aquilo a noite toda, discaradamente e na frente das crianças. Ninguém dormiu à noite. No dia seguinte Anais (é o nome dela mesmo e você pode confirmar) estava com dores anais. A velhota perguntou se ela não estava com o H1N1, Gumball disse que ela estava com Dengue Hemorrágica, Darwin disse que ela estava com HIV. Richard disse que ela estava com uma doença chamada Ryuchitistiotomorrokolopitrequahunvoçambuexiniosenecite aguda tipo A.

Anais toma um remédio tarja preta e morre dorme. O restante da família vai para um restaurante dentro do motel para as pessoas também comerem no 1º sentido da palavra. A velhota dá pra família uma sopa de corpos em decomposição. Eles ficam enojados com o prato no início mas logo provam e aprovam, afinal, quem não gosta de sopa de corpos em decomposição? (Ainda não provou? Pois devia.) Logo, Anais sente dores anais, e vê um ser na janela, com as pálpebras queimadas e um corte em forma de sorriso no rosto. Ela dá um grito fazendo todos correrem até ela e não verem nada. A chamaram de retardada e dizeram que aquilo fora um delírio causado pelas drogas (os remédios ô mente poluída).

Todos procuram por um PS onde Anais poderia ser tratada dignamente com respeito e segurança (aff, vai sonhando...) Eles acham um que MILAGROSAMENTE estava vazio. Não havia ninguém até que um médico chegou para atender a criatura. Ele observa Anais dos outros para poder observar Anais. Apesar de estar vazio o PS ainda apresentava caraccaracterísticas de PS. Era bem pequeno o quarto e mal cabia os orifícios anais de Anais. A família abandona Anais lá e voltam pro motel onde a velha bruxa havia desaparecido.

Nicole encontra a velha morta e estuprada com seu sangue na parede escrito VÁ DORMIR (a cena preferida das crianças). Eles correm até o porão onde encontram o médico (que também é humano, mas quem se importa?) Todos procuram por Anais que é encontrada sendo estuprada por dois caras mascarados gerando uma foto famosa na Deep Web.

Nicole pergunta o que estão fazendo. O líder que se chamava Jeff disse que Anais era portadora de vírus anais, e que aquilo mataria toda a cidade (que era inabitada mas enfim). A velha morreu porque servia à Satanás e o médico morreu porque... estava avulso nessa história. Nicole pergunta o porquê do estupro. Ele fala:

- Não mude de assunto!

Gumball nota que o feixe de Jeff estava aberto, então ele foi infectado. Richard consegue salvar Anais e um médico que era mais avulso que o outro. Eles vão embora. Anais não se sente culpada por arruinar uma cidade inteira. Você se sentiria? Aparecem os créditos e depois uma nota. Toda a cidade (acho que surgiram da casa do caralho) ficou infectada pelos vírus anais. Para amenizar a dor, eles contratam Justin Bieber que A-DO-RA o novo trabalho.